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6 de abril de 2010

Dia Mundial da Saúde

URBANIZAÇÃO E SAÚDE




O dia mundial da saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em decorrência da preocupação dos profissionais da área com a manutenção do bom estado de saúde das pessoas de todo o mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.


Para o ano de 2010, o dia tem como tema urbanização e saúde escolhido pela OMS para a campanha que se comemora dia 7 de Abril.

Em todo o mundo serão organizados eventos durante a semana de 7 a 11 de Abril com o objetivo de incentivar a disponibilização de espaços para atividades de saúde.

Os espaços públicos abertos, como os das unidades de ensino participantes do Programa Escola da Familia, podem e devem ser parte desta ação global.

O projeto APE – Ações Preventivas na Escola voltado para a promoção da saúde destas comunidades poderão propor, por meio de sua equipe de profissionais e parceiros ações que se alinhem ao tema ora proposto. A adesão ao “Agita” é um deles.

O tema destaca o efeito da urbanização sobre a saúde coletiva para cada um individualmente e para todos os habitantes do planeta.

São objetivos gerais da campanha:

• 1000 cidades - abrir espaços públicos para o desenvolvimento de ações em saúde, tais como: parques, praças, vias públicas;

• 1000 vidas – compilar 1000 histórias de campeões de saúde urbana, que tomaram medidas de impacto significativo na saúde de suas cidades.

Este último poderá se desdobrar em gincanas nas quais os participantes terão tarefas/desafios relacionados a pesquisa sobre obras, projetos e pessoas que colaboraram positivamente para a saúde da comunidade na qual a escola está inserida.

A cada ano a Organização Mundial de Saúde aproveita a ocasião para fomentar a consciência sobre alguns temas chave relacionados com a saúde mundial.

A disseminação de informações sobre higiene, meio ambiente (economia de fontes de energia não renováveis, consumo, lixo, aterros sanitários), dengue, é fundamental.

A prevenção melhora a vida da população.

Feliz dia da Sáude!

12 de março de 2010

Dicas de filmes para o trabalho de prevenção do uso abusivo de álcool e drogas

Bicho de Sete Cabeças




Sinopse:


Neto é um jovem estudante proveniente de uma família de classe média baixa, com pais pouco informados. Quando descobre em que situações seu filho está envolvido. Especialmente, ao encontrar um cigarro de maconha na roupa do rapaz, o pai (vivido por Othon Bastos) decide pela internação imediata do jovem num sanatório.


Algumas questões que podem ser abordadas a partir do filme:
- O ambiente escolar;

- O diálogo entre professores e alunos;

- A relação escola e pais;

- Quais os valores mostrados no filme, ou ainda, quais os valores faltaram no contexto em que o personagem central está inserido;

- Como evitar cair num ciclo vicioso (não necessariamente de drogas, mas de comportamentos e reações agressivas, por exemplo).


 
Ficha Técnica

Bicho de Sete Cabeças

País/Ano de produção: Brasil, 2000

Duração/Gênero: 74 min., drama

Distribuição: Columbia

Direção de Laís Bodanzky

Elenco: Rodrigo Santoro, Othon Bastos, Cássia Kiss, Jairo Mattos.



Cazuza – O Tempo Não Pára




A produção do filme “Cazuza – O Tempo Não Pára”, é baseada no romance “Só as mães são felizes” de Lucinha Araújo (mãe de Cazuza).

O que podemos trabalhar:
A  contextualização das músicas, como as  composições “Brasil”, “Ideologia”, e “Burguesia” .Assim como, o comportamento dos jovens de uma geração marcada pela perda de ídolos e amigos vítimas da infecção pelo HIV.


Ficha Técnica

Cazuza - O Tempo Não Pára

País/Ano de produção: Brasil, 2004

Duração/Gênero: 98 min., Drama

Direção de Sandra Werneck e Walter Carvalho

Roteiro de Fernando Bonassi e Victor Navas

Elenco: Daniel de Oliveira, Marieta Severo, Reginaldo Farias, Andréa Beltrão, Leandra Leal, Débora Falabella, André Gonçalves, Cadu Fávero, Emílio de Mello.


Meu Nome não é Johnny



O filme de Mauro Lima é mais uma obra de referência do novo cinema brasileiro, e aborda a trajetória de um jovem, traficante, no Rio de Janeiro. 

Ficha Técnica

Meu Nome não é Johnny

País/Ano de produção: Brasil, 2008

Duração/Gênero: 128 min., Drama

Indicação Etária:14 anos

Direção de Mauro Lima

Roteiro de Mariza Leão e Mauro Lima, baseado em livro de João Guilherme Estrela

Elenco: Selton Mello, Cléo Pires, Julia Lemmertz, Cássia Kiss, André de Biasi, Eva Todor, Rafaela Mandelli, Ângelo Paes Leme, Giulio Lopes, Orã Figueiredo, Flávio Bauraqui.



Obrigado por fumar

Combatendo as drogas legalizadas



 Sinopse:

Em determinados momentos da produção “Obrigado por fumar”, estão reunidos ao redor de uma mesa, os representantes das indústrias do álcool, das armas de fogo e do tabaco. São amigos e se sentem muito próximos pelo fato de fazerem lobby por produtos que são fortemente rechaçados pela sociedade. Estas cenas favorecem a discussão sobre o poder da mídia e dos lobistas no mercado de consumo.

O filme nos direciona a refletir sobre a indústria tabagista e os seus rumos no mundo em que vivemos.

Para Trabalhar:
1 - “Obrigado por fumar” é uma peça de contrapropaganda e, nesse sentido, seria muito interessante estimular os participantes a produzir também material publicitário que desestimulasse o uso do cigarro, do álcool, das armas de fogo. As atividades poderiam  contemplar painéis, pôsteres, filmes curtos, jingles para rádio.

2 - O estímulo ao desenvolvimento de hábitos saudáveis: alimentação, esportes.    

Ficha Técnica

Obrigado por fumar

(Thank you for smoking)

País/Ano de produção: Estados Unidos, 2006

Duração/Gênero: 92 min., Comédia

Direção de Jason Reitman

Roteiro de Jason Reitman, baseado em livro de Christopher Buckley

Elenco: Aaron Eckhart, Maria Bello, Katie Holmes, William H. Macy, Robert Duvall, Rob Lowe, Adam Brody, Sam Elliott, Cameron Bright, David Koechner.


Quando um homem ama uma mulher

O precipício do alcoolismo





“O que é alcoolismo?” pergunta a menina de cinco anos. Surpreendido pela dúvida da filha, o pai se esforça para traduzir em palavras o drama vivido por toda a família em virtude do vício de sua esposa. Há, evidentemente, muitas palavras que poderiam ser utilizadas para explicar esse vício pelas pessoas que conhecem as dificuldades e percalços relacionados ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Este tema também foi abordado nos filmes: Farrapo Humano (com Ray Milland; dirigido por Billy Wilder), O Veredicto (com Paul Newman; dirigido por Sidney Lumet) ou ainda, Despedida em Las Vegas (com Nicolas Cage; dirigido por Mike Figgis).

Um eventual estudo sobre a degradação provocada pelo álcool poderia incluir uma visita a qualquer um dos títulos mencionados acima. O que se vê nas telas é uma reprodução dos erros e desacertos que afetam a vida dos envolvidos com o problema.
"Quando um homem ama uma mulher" aborda o tema de forma branda.Tenta demonstrar a questão atingindo um público mais amplo, podendo ser considerado até mesmo como um filme de entretenimento. Apesar disso, não trata de forma leviana ou descompromissada um tema importante para a sociedade e para a educação, comprovação disso é a própria ambientação da história a um ambiente familiar típico. Pode ser um importante aliado para trabalhar o alcoolismo na escola.

Para o trabalho:
1- Há algumas campanhas sendo feitas a nível nacional contra a venda e consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes em nosso país. Qual é o mote do trabalho desses grupos? Que efetividade eles apresentam? O que mais pode ser feito? Que tal fomentar uma pesquisa entre os estudantes para descobrir esses projetos, obter informações sobre o alcoolismo entre os grupos populacionais brasileiros, conversar sobre as conseqüências desse vício?

2- O que a família pode fazer em relação ao consumo precoce de bebidas alcoólicas por seus filhos? Uma das primeiras e mais prementes medidas é moderar o consumo por parte dos adultos.
3- Monte uma mostra de filmes com os títulos apresentados no início desse artigo (Farrapo Humano, O Veredito, Despedida em Las Vegas) . Ao final, favoreça um debate com todos os públicos.

Ficha Técnica

Quando um homem ama uma mulher

Título Original: When a man loves a woman

País/Ano de produção: EUA, 1994

Duração/Gênero: 126 min., Drama/Romance

Direção de Luis Mandoki

Roteiro de Ronald Bass e Al Franken

Elenco: Meg Ryan, Andy Garcia, Ellen Burstyn, Philip Seymour Hoffman,

Tina Majorino, Mae Whitman, Lauren Tom, Eugene Roche, Gail Strickland.

15 de janeiro de 2010

Coordenação APE - Campanha de Câncer de Pele

Campanha de Câncer de pele

Para alertar a população sobre os perigos do câncer da pele, tipo de câncer mais comum no Brasil, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realiza, no dia 5 de dezembro, a 11ª edição de sua já tradicional Campanha Nacional de Prevenção, com cobertura simultânea em 23 estados. Com o objetivo de superar a marca de 43.800 consultas alcançadas em 2008, a entidade inova com a extensão do tempo de campanha de seis para oito horas nos postos de atendimento ao redor do país. Mais uma novidade é o lançamento de um Tour de Prevenção, que acontecerá nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Outra ação pioneira será a tentativa de certificação da campanha pelo Guinness World Records — líder global do setor de recordes mundiais.
A SBCD (Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica) este ano participará da Campanha com contribuição de doações de materiais e insumos para todos os serviços credenciados de dermatologia do país que aderirem a campanha. "Nossa idéia é ajudar os serviços de atendimento gratuito que recebem os pacientes para tratamentos cirúrgicos, pois muitos deles não têm material para atender o excesso de demanda gerado pela campanha", relata a Dra. Eliandre Palermo, vice- presidente da SBCD.
A campanha será realizada das 8h às 16h, ininterruptamente...

em hospitais públicos credenciados, postos de saúde e tendas montadas em pontos de grande circulação. Os pacientes serão atendidos pelas equipes médicas e, apresentando suspeita de câncer da pele, serão encaminhados para tratamento totalmente gratuito. Nos postos, estão previstas atividades educativas, como aulas expositivas que trazem orientações sobre fotoproteção e dicas de como suspeitar do câncer da pele. Os endereços dos locais de atendimento poderão ser consultados pelo site da SBD (www.sbd.org.br) - e também pelo número 0800-7013187.








POSTOS DE ATENDIMENTO NO ESTADO SP



Barueri



Hospital Minicipal de Barueri Dr. Francisco Moran

Rua Ângela Mirella, 354

Em frente ao Parque Municipal

Vila Dom José

CEP: 06411-330

Bauru



Instituto Lauro de Souza Lima - Serviço de Residência Médica "Dr. Diltor Wladimir Araújo Opromolla

Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, Km 225 / 226

Ao lado do Hospital Unimed

Aimores

CEP: 17034-971

Botucatu



Centro de Saúde Escola - Faculdade de Medicina de Botucatu - Departamento de Dermatologia e Radioterapia Faculdade de Medicina de Botucatu - Unesp

Rua Dr. Gaspar Ricardo, 181

Próximo ao Hospital Sorocabana

Vila dos Lavradores

CEP: 18609-055

Campinas



Hospital e Maternidade Celso Pierro - PUC Campinas

Av. John Boyd Dunlop, s/n

Supermercado Covabra

Jardim Ipaussurama

CEP: 13059-900

Hospital das Clínicas da UNICAMP - Ambulatório de Dermatologia 5° Distrito

Rua Vital Brasil, s/n - Cidade Universitária Zeferino Vaz

UNICAMP

Barão Geraldo

CEP: 13083970

Ambulatório Ouro Verde do Complexo Hopitalar Ouro Verde

Av. Ruy Rodrigues, 3434

Em frente ao Terminal Ouro Verde

Jardim Ieda

CEP: 13056-600

Caraguatatuba



Centro de Saúde II - Secretaria Municipal de Saúde de Caraguatatuba

Av. Anchieta, 475

Em frente à Drogaria São Paulo

Centro

CEP: 11665-060

Dracena



Centro de Saúde Dr. Takashi Enokibara

Rua Espírito Santo, 135

Via de acesso principal da cidade

Centro

CEP: 17900-000

Fernandópolis



Praça da Matriz - Santa Casa Fernandópolis

Rua Brasil, s/n°

Igreja Santa Rita de Cássia

Centro

CEP: 15600-000

Guarulhos



Complexo Hospitalar Padre Bento - Ambulatório de Dermatologia

Av. Emílio Ribas, 1.819

Av. Castelo Branco

Gopoúva

CEP: 07019-000

Jaú



Serviço de Dermatologia do Ambulatório de Especialidades - SUS

Rua Sebastião de Toledo Barros, 10

Centro

CEP: 17201-500

Jundiaí



Faculdade de Medicina de Jundiaí -Ambulatório da Faculdade de Medicina de Jundiaí

Rua Francisco Telles, 250

Ao lado da Faculdade de Medicina de Jundiaí

Vila Arens

CEP: 13202-550

Marília



Disciplina de Dermatologia da Faculdade de Medicina de Marília - Hospital de Clínicas de Marília e Ambulatório Mário Covas

Av. Monte Carmelo, 800

Hospital de Clínicas de Marília

Fragata

CEP: 17519-030

Mogi das Cruzes



Departamento de Dermatologia da Universidade de Mogi das Cruzes - FAEP/Policlínica

Rua Dom Antonio Cândido Alvarenga, 170

Próximo à Santa Casa de Mogi das Cruzes

Centro

CEP: 08780-070

Olímpia



Posto de Saúde Olímpia

Rua Dr. Américo Sampaio, 55

Posto Central

Centro

CEP: 15400-000

Presidente Prudente



Associação Lar São Francisco de Assis na Providência de Deus

Rua José Bongiovani, 1297

Ao lado do Cemitério São João Batista

Jardim Bongiovani

CEP: 19015-680

Promissão



Hospital Geral de Promissão

Av. General Eurico Gaspar Dutra, 620

Supermercado Topa-Tudo

Centro

CEP: 16370-000

Registro



Centro de Saúde - Unidade Básica de Saúde IV -

Av. Clara Gianutti de Souza, 343

Próximo ao Hospital São José

Centro

CEP: 11900-000

Ribeirão Preto



Hospital Estadual de Ribeirão Preto

AV. Independência nº 4750

Jardim Califórnia

Santo André



Faculdade de Medicina do ABC - Serviço de Dermatologia

Av. Príncipe de Gales, 821

Ao lado da Faculdade Fundação Snt. André

Príncipe de Gales

CEP: 09060-650

Santos



Hospital Guilherme Álvaro - Fundação Lusíada - UNILUS

Rua Doutor Oswaldo Cruz, 179

Canal 4

Boqueirão

CEP: 11045-101

São José do Rio Preto



Dermatologia do Hospital de Base da Faculdade Estadual de Medicina de São José do Rio Preto



Praça Don José Marcondes

Em frente à Praça Shopping

Centro

CEP: 15010-045

São José dos Campos



Santa Casa de São José dos Campos - 3º Distrito de São José dos Campos

Rua Vilaça nº 540

Centro

CEP: 12210-000

São Paulo



Hospital Ipiranga - Serviço de Dermatologia

Av. Nazaré, 28

Em frente ao Museu do Ipiranga

Ipiranga

CEP: 04262-000

AME - Santa Marcelina - Zona Leste - Casa de Saúde Santa Marcelina

Rua Santa Marcelina, 400

Próximo ao Hospital Santa Marcelina

Itaquera

CEP: 08270-070

Hospital São Sampaio Góes - Instituto Brasileiro de Controle do Câncer

Av. Alcântara Machado, 2.576

Próximo ao metrô Bresser

Mooca

CEP: 03102-006

Hospital Israelita Albert Einstein - Unidade Paraisópolis

Rua Manoel Antonio Pinto, 210

Próximo a Estação Vergueiro do Metrô

Paraisópolis

CEP: 05659-000

Santa Casa de Misericórdia de São Paulo

Rua Cesário Mota Júnior, 112

Próximo ao Metrô de Santa Cecília

Santa Cecília

CEP: 01221-020

Divisão de Clínica Dermatológica do Hospital das Clínicas - Ambulatório Dermatológico

Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 - 5º andar - Bloco 2B

Metrô Clínicas / Altura do nº 1500 da Av. Rebouças

Cerqueira César

CEP: 05403-900

Hospital do Servidor Público Estadual de SP

Rua Borges Lagoa, 1755 - 4º andar

Hospital Edmundo Vasconcelos e à AACD

Vila Clementino

CEP: 04038-034

Hospital do Servidor Público Municipal de SP

Rua Castro Alves, 60 - 5º andar

Próximo a Estação Vergueiro do Metrô

Aclimação

CEP: 01532-000

Hospital Heliópolis - Serviço de Dermatologia do Hospital Heliópolis

Rua Cônego Xavier, 276

Cidade Nova Heliópolis (Sacomã)

CEP: 04231-030

Hopital AC Camargo - Hospital do Câncer de São Paulo - Departamento de Oncologia Cutânea

Rua Prof. Antonio Prudente, 211

Metrô Vergueiro

Liberdade

CEP: 01509-900

Hospital Beneficência Portuguesa

Rua Capitão Mor Roque Barreto, 47

Estação Vergueiro do metro

Bela Vista

CEP: 01323-030

Departamento de Dermatologia -Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP EPM

Rua Borges Lagoa, 508

Hospital São Paulo

Vila Clementino

CEP: 04038-001

Sorocaba



Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba - Policlínica Municipal Dr. Edward Maluf

Av. Dr. Roberto Simonsen, 987

Próximo ao Hipermercado Extra

Jardim Santa Rosália

CEP: 18090-000

Taubaté



Hospital Universitário de Taubaté – UNITAU

Av. Granadeiro Guimarães, 270

Rodoviária Velha de Taubaté

Centro

CEP: 12020-130




8 de janeiro de 2010

Coordenação APE - Pulseiras da moda

Pulseiras da Moda

Em função da repercussão das pulseiras “do sexo” andei pesquisando um pouco, e de fato, estão causando furor entre os jovens, a mídia e pais. O assunto é pertinente e está diretamente relacionado ao nosso campo de ação: PREVENÇÃO.

Por isso, compartilho com vocês algumas reflexões sobre a questão.

Quando pensamos em movimento social/mundial, afinal teve inicio na Inglaterra, e/ou questões relacionadas a cultura de um povo, organização ou país, estamos diante de uma força com a qual não podemos confrontar diretamente. Isto não significa cruzarmos os braços e aceitar, mas enfrentar a situação e o contexto usando o diálogo e a informação.

Sobre o movimento das pulseiras é adequado atentarmos para os seguintes aspectos:


• O fato de jovens/crianças usarem e “brincarem” de arrancar as pulseiras uns dos outros, não necessariamente significa “concretizar” o ato especificado por aquela cor. Partir de uma brincadeira para um ato sexual, por exemplo, requer uma série de outras etapas, e estas podem não ser viáveis (física, emocional, socialmente).

• Esta é uma ótima oportunidade de criar espaço para discutir questões relacionadas à sexualidade, comunicação, códigos sociais, DST, Gravidez na adolescência, projeto de vida, vulnerabilidade, HIV/Aids, homossexualidade,namoro, necessidade de fazer parte de um grupo e se sentir inserido socialmente,etc.

• Mais do que nunca o acesso ao preservativo precisa ser facilitado, por meio da informação correta sobre o seu uso e locais nos quais os jovens podem adquiri-los gratuitamente.

• Os pais precisam ser orientados a também buscar nesta situação, uma oportunidade para RELEMBRAR os filhos dos valores, expectativas e visão de mundo que a família acredita e compartilha.

Concluindo:

Vivemos em um mundo globalizado, esta é uma conquista. Como tudo, há um lado positivo e outro que precisamos administrar para que as consequências negativas sejam minimizadas. Os jovens hoje têm uma autonomia diferente da que tivemos e um mundo bem mais complexo para lidar. Cabe a nós ajudá-los a participar sem perder a saúde pelo caminho.

Portanto, a postura da equipe APE, deverá estar pautada no respeito, evitando-se preconceitos e contribuindo para uma administração tranqüila da questão.

Segue anexo, artigo da psicóloga e consultora em Educação, Rosely Sayão sobre o assunto.

Rosely Sayão: Crianças usam pulseira, mas sem significado sexual

Da Folha Online

Quanto mais pulseiras, mais popular a pessoa se torna no grupo. O material colorido de plástico, visto entre as entre as crianças e adolescentes como brinquedos ou mero acessório da moda, tem gerado polêmica nas escolas. Sites e jornais divulgam que cada cor tem um significado, todos relacionados ao contato físico ou ao sexo.

Usar a pulseira amarela, por exemplo, representa um simples abraço; a roxa, beijo com a língua; a verde, sexo oral a ser praticado pelo menino; a azul, pela menina. Quem não usa as pulseiras é excluído do grupo e quem usa as cores preto e dourado é mais respeitado, segundo os sites.

"Não é por causa do acessório que eles [os adolescentes] vão praticar o sexo. Eles vão tentar, e precocemente, porque esse é o tom do mundo. Elas estão hiperestimuladas pelas nossas publicidades e pelos comportamentos dos adultos. Nós é que estamos promovendo isso entre as crianças e adolescentes", diz Sayão.




Coordenação APE - Campanha Ministério da Saúde 2010

Prezado (a)s, Boa tarde!


Encaminho artigo publicado sobre o foco da campanha do Ministério da saúde para o carnaval 2010. Vamos salientar a valorização das meninas, abordar questões relativas à vulnerabilidade deste grupo, como questões de gênero (neste sentido, revejam conteúdo O.T Vulnerabilidade) e autoestima.
Os esquetes do material KIT UNICEF, assim como os questionários sobre vulnerabilidade são instrumentos que podem preceder discussões sobre o tema.

Até o carnaval o KIT com os Jogos: Valores em jogo (que trabalha exatamente a questão da menina em relação à prevenção), e Jogo de corpo (que aborda métodos contraceptivos, conhecimento do corpo e outros) estarão à disposição nas D.E’s.


Vamos planejar!

Abraços a todos,


Meninas de 13 a 19 anos são foco da campanha de prevenção à AIDS

Durante o Carnaval de 2010, o Ministério da Saúde vai priorizar a campanha de prevenção à Aids no grupo de meninas de 13 a 19 anos. O motivo é o crescimento de casos entre as garotas dessa faixa etária nos últimos anos.

Segundo o último Boletim Epidemiológico da Aids e de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), divulgado em novembro, foram registrados mais casos entre as garotas dessa idade em relação aos meninos desde 1998. Atualmente, a cada 8 meninos infectados existem 10 casos de meninas. Antes, a proporção eram 10 mulheres para cada grupo de 15 homens.

Segundo o diretor-adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa, a maioria dos jovens busca o preservativo na primeira relação sexual. Mas quando o relacionamento fica estável, o uso da camisinha é deixado de lado. "Na medida que vão tendo confiança no companheiro abandonam o preservativo", disse Barbosa, em entrevista à Agência Brasil.

Com veiculação nas emissoras de televisão e rádio, a campanha vai orientar os jovens sobre as formas de contágio da doença e os cuidados para a prevenção, além da distribuição de camisinhas nos sambódromos e blocos de rua. O Ministério da Saúde já encomendou 1,2 bilhão de preservativos para ações da pasta no decorrer dos próximos dois anos, conforme Barbosa.

Uma das políticas do ministério para o público de 13 a 24 anos de idade é o programa Saúde e Prevenção nas Escolas, em que o estudante recebe orientações sobre o contágio, sintomas, prevenção, tratamento e como viver com o vírus HIV. Conforme Barbosa, 50.214 escolas públicas e particulares já integram o programa. Em 10 mil, o aluno pega o preservativo no próprio colégio. A decisão de distribuir ou não é tomada pela comunidade escolar.

Segundo a representante da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, em São Paulo, Micaela Cyrino, poucas escolas da capital paulista entraram no programa. Ela atribui a baixa adesão às diferenças sociais na metrópole e o preconceito da sociedade em falar de sexo com adolescentes. "As pessoas encaram como incentivo ao sexo e não como prevenção", afirmou. A estimativa é que existam 630 mil pessoas infectadas com o vírus HIV no Brasil.


Fonte : Agência Brasil

Matéria veiculada Newsletter :Prontuário de Noticias




8 de dezembro de 2009

25 de novembro de 2009

Coordenação APE - máscaras infantis

MÁSCARAS INFANTIS
ANIMAIS



Máscara Cobra - revista Creativ.Line



Coordenação APE - máscaras infantis

MASCARAS INFANTIS 
ANIMAIS 




imagem retirada da Internet


24 de novembro de 2009

Coordenação APE - Brincadeiras


BRINCADEIRAS


Existem brincadeiras e brinquedos que hoje conhecemos por passar de geração em geração. Possuem várias origens e participaram de várias etapas do país. Hoje, essas brincadeiras fazem parte da cultura do nosso povo e parte do folclore brasileiro que marcam os períodos por aqui vividos.


Os índios que viviam no Brasil antes do seu período de descobrimento utilizavam uma trouxa de folha cheia de pedras que eram amarradas numa espiga de milho. Brincavam de jogar esta trouxa de um lado para outro, chamavam-na de Pe’teka, que em tupi significa bater.

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De origem francesa, a amarelinha chegou ao Brasil e rapidamente se tornou popular. A brincadeira consiste em um desenho formado por blocos numerados de 1 a 9, com semicírculos nas extremidades que são jogados com uma pedrinha que deve obedecer as paredes de cada bloco.

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Cerca de 1000 anos antes de Cristo, a pipa era utilizada como forma de sinalização, mas ao chegar ao Brasil, trazida pelos portugueses, a pipa se tornou somente uma forma de diversão. Esta voa através da força dos ventos e é controlada por uma corda que permite ao condutor deixá-la cada vez mais alta ou mais baixa.

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A ciranda, que é a dança mais famosa do Brasil, foi trazida de Portugal como dança adulta, mas logo sofreu transformações e passou a alegrar as brincadeiras infantis. É bastante utilizada ainda hoje em escolas, parques e espaços que prezam as brincadeiras antigas, passando-as a novas gerações, mostrando sua importância folclórica e cultural.

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O jogo do osso de origem pré-histórica também é bastante passado aos netos pelos avós. Consiste em jogar um objeto para o alto e pegar outro em seu lugar fazendo um jogo de malabarismo.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

23 de novembro de 2009

Coordenação APE

Complemento Sugestões de Vídeos

Vídeos Conferências - Videoteca REDE DO SABER

* 16 anos do Estatuto da Criança e do  Adolescente - Proteja a criança e o adolescente e melhore o futuro.

* A escola e o direito dos idosos

* Ambiente Livre do Tabaco: qualidade de vida

* Campanha de combate ao racismo institucional

* Sexualidade na deficiência mental
* Consumo consciente

* Uso sustentável da água